Satyricon – Satyricon (2013)

Olá amiguinhos.

Outro disco novo de uma banda que eu também gosto muito: Satyricon.

Indo direto ao ponto achei o disco um pouco preguiçoso. Explico porque.

O disco não tem nome, não que o nome do álbum sirva para alguma coisa, mas normalmente acaba identificando aquela época ou um conceito. Acho um pouco pior do que pegar a melhor música do álbum e “batizar” o disco com ele.

Satyricon

Satyricon

A arte do disco é legalzinha, mas nada demais e também é fraca conceitualmente. Tem um cara com chifres, que parece muito a esfinge do Now Diabolical, galhos secos, outras coisas e umas cores fortes. Nada demais.

Por faltar um nome acho que a coisa fica solta, então, qualquer imagem serve.

Mas que se exploda isso o que interessa é a música, certo?

Ai que a coisa complica também.

As músicas são lentas, arrastadas e sem muita graça. Riffs pobres e sem muita criatividade. Bem distante do black/extremo o Satyricon repete a formulinha iniciada no Now Diabolical e Age of Nero, mas sem a mesma qualidade.

Exceto a música “Phoenix”, que não consegui reconhecer quem canta, mas se for o Satyr fiquei impressionado com seus vocais limpos e acho que é um caminho a ser explorado.

**update**

O vocal da “Phenix” é do Sivert Høyem (valeu Victor) não o conheço mas vou procurar mais do trabalho dele.

O disco no geral não é ruim, classificaria como um atmospheric-louge-blackened metal, não é extremo nem rápido e talvez por isso decepcione um pouco pra quem espera um Satyricon mais voltado para o black metal. Essa fase, ouso a dizer que não volta mais.

2 thoughts on “Satyricon – Satyricon (2013)”

  1. victor says:

    cara… eu acho que vc ta maluco, nem acredito que li isso kkkkk
    primeiro, vai ler o que é Satyricon e depois pense na capa… ok?

    essa fase começou no Volcano e claro gosto é gosto… eu realmente suo fã dessa fase do Satyricon, me identifico muito, estou a um tempo já ouvindo por horas esse álbum!

    e o vocal limpo é o Sivert Høyem, um cantor pop norueguês que cantou no Madrugada (pop tbm)

  2. zap.br says:

    Olá Victor.
    Sou da seguinte opinião. Gosto é igual braço – tem gente que nem tem.
    Achei o seu comentario meio “fã cego” … parecido com os comentários do “13” do Black Sabbath (outro disco bem ruim desse ano).
    Mas sem entrar nesses méritos, acho que sempre vão ter pessoas que gostam e outras que não gostam.
    Eu gosto do Satyricon mais black metal, mais rápido e trabalhado, o disco tem momentos bons, tem, mas é bem distante da fase do “Nemesis Divina” ou “Shadowthrone” que são os meus favoritos.

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